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  • 5 dicas para manter o espírito de startup e continuar crescendo

    19/12/2016

    Estive lendo esses dias um artigo bastante sucinto sobre empreendedorismo que achei interessante compartilhar.


    Por Felipe Almeida*

    Começar um negócio, muitas vezes, é o passo mais fácil de ser dado. Muitos se encantam com a ideia, considerando a estabilidade e a segurança que a vida de um funcionário oferece. Ledo engano. O mundo do empreendedorismo trata de tudo, menos de segurança e estabilidade. Lançar-se ao mundo do “meu próprio negócio” é enfrentar muitos monstros. É enfrentar-se. Olhar no espelho e ter auto-consciência de que é preciso muito mais que um sonho. É, no mínimo, ter muita resiliência e perseverança.

    No meu caso, a veia empreendedora é genética. Venho de uma família de self-made men e women. Meu pai começou como engraxate. Foi longe. E continua indo. Dentre as lições que aprendi, em casa, e no mundo dos negócios, seleciono 5 dicas para que sua empresa nunca perca o espírito livre e leve de uma start-up, mesmo quando começar a alçar – os tão sonhados – voos mais altos.

    1- Descubra o seu talento. Mas seja bom em várias áreas.

    Quando começar, você deve perceber que você tem talentos, competências e habilidades ainda muito cruas. Para um empreendedor, considero fundamental ter um talento em uma área específica, mas acredito ser de grande importância que o mesmo conheça outras áreas e tenha capacidade de executar e organizar várias tarefas ao mesmo tempo.

    Estou convencido de que empreendedores de sucesso têm uma elevada capacidade de multiprocessamento, pois precisam liderar assuntos organizacionais e de mercado, como montar um time de alta performance e processos bem desenhados, definir qual a melhor estratégia para atrair clientes, além de tratar questões como receita, custos, impostos, emprés- timos, investimentos etc.

    Mas você naturalmente não vai conseguir fazer tudo sozinho.

    2– Associe-se a pessoas tão talentosas quanto seu negócio merece

    É nessa hora que uma sociedade possibilita uma melhor divisão de tarefas e comando dos processos diários. Não tente dar conta de tudo. Você não dará. E o custo será alto.

    Existe, no entanto, um aspecto fundamental para o sucesso de uma sociedade: a complementaridade de qualidades e pontos fortes de cada um dos sócios. Mais importante ainda, os sócios precisam ter valores e princípios de vida parecidos.

    Você e seus sócios precisarão sonhar juntos. Mas o espírito de equipe morre na praia se não puderem realizar o negócio juntos.

    3– Olhe em volta e saia da concha

    Não é só a sociedade que será importante para a maturação e crescimento da sua empresa. Você precisará, de fato, respirar outros ares.

    Essa foi para mim uma grande lição: em qualquer situação de nossas vidas, seja de trabalho ou pessoal, é fundamental conhecer pessoas. Pessoas que ajudaremos e que também poderão ser nossos aliados quando for necessário.

    Mas isso precisa ser natural. Relações de cunho interesseiro são logo percebidas e desmanteladas. Cuidado com esse jogo. Ele nunca vale a pena.

    Por isso, crie uma rede verdadeira. Tenha um hobby. Interesse-se legitimamente pelas pessoas. Faça mais amigos e aprenda com todos eles.

    Mas não entre em uma zona de conforto de só expandir suas relações com pessoas com quem tenha afinidade. A maior riqueza será aproximar-se daqueles que, num primeiro olhar, pouco têm a ver com você. Seja diverso e, novamente, aprenda com diferentes pontos de vista.

    4– Não espere ter certeza para agir

    Errar faz parte. E como! Empreender é a arte de encarar o novo, o desconhecido. Por isso, será muito difícil ter sucesso com uma atitude extremamente conservadora, na qual se busca 100% de certeza para se tomar uma decisão.

    É claro que pesquisa, números e informações sobre mercados são fundamentais para se montar um plano de negócios com uma chance maior de sucesso, mas o empreendedor precisa ter intuição, paixão e – uma grande dose - de coragem para alcançar os objetivos sonhados.

    Infelizmente, por aqui, o fracasso é muito malvisto. Em outros países com altos índices de empreendedorismo como Estados Unidos, Israel e Reino Unido, o fracasso é visto com ótimos olhos, pois certamente irá preparar melhor aquele empreendedor para seu próximo negócio. Não tenha medo de fracassar se estiver convicto de que aquela é a melhor tentativa para o êxito! Uma vez, li que o que tem que ser punido não é o erro e sim a negligência. Isso serve como uma luva para o mundo do empreendedorismo.

    5– Seja honesto. E não abra mão disso.

    Meu pai sempre repetiu um ditado que diz: “Seu passado é seu futuro”. Ou seja, falta de ética e comportamentos duvidosos serão lembrados e terão grande impacto nas suas chances de sucesso. E isso é igualmente poderoso quando se tem um passado positivo, de alianças, de transparência e de confiança.

    Quando você errar, sua reputação perdurará. Cuide dela todos os dias. Ela vai te impulsionar novamente.

    Olhe para dentro. Não abra mão de suas verdades. Compartilhe seus sonhos. Crie sua rede. E bons negócios.

    *Felipe Almeida é cofundador e CMO da Zup, além de coautor do livro Jovens Empreendedores – Líderes do Brasil que dá certo

     

    Referência:

    • https://corporate.canaltech.com.br/noticia/startups/5-dicas-para-manter-o-espirito-de-startup-e-continuar-crescendo-85968/


  • LinkedIn lança ferramenta para contratação de freelancers (reprodução)

    25/08/2016

    O LinkedIn está lançando nesta quarta-feira (24) sua primeira ferramenta desde que foi adquirido pela Microsoft em um negócio de US$ 26 bilhões anunciado em junho. Trata-se do ProFinder, um mecanismo de busca voltado exclusivamente para a contratação de freelancers, permitindo que empresas e responsáveis por projetos busquem rapidamente profissionais para a realização de trabalhos pontuais.

    A ideia parece ser uma extensão da mesma funcionalidade que já estava disponível para colaboradores tradicionais, e agora avança para o mercado de freelas, que vem ganhando cada vez mais corpo. Por enquanto disponível apenas nos Estados Unidos, a ferramenta permite que o empregador insira, por exemplo, o orçamento disponível e encontre uma lista de profissionais dentro daquela faixa de preço. As pesquisas também podem levar em conta outras características como a experiência de quem está à disposição para trabalhar e sua localização geográfica.

    Apesar de não se restringir a determinadas áreas de atuação, o LinkedIn afirma que seu mecanismo de pesquisa funciona melhor para trabalhos das áreas de design, tecnologia da informação, consultoria de negócios, fotografia e desenvolvimento de software. Não por acaso, estão também nesses nichos a maioria dos profissionais que utilizam a plataforma como uma parte ativa do mercado de trabalho. Ou seja, esse desempenho melhor tem a ver com o fato de que os currículos de tais profissionais são mais atualizados e disponíveis em maior quantidade.

    A recíproca também é verdadeira, e freelancers também podem buscar na rede por vagas que atendam às suas capacidades profissionais e expectativas. Em ambos os casos, o contato pode ser feito diretamente pela rede social para discussão de preços e condições, antes que a comunicação seja levada para outras redes e o trabalho, efetivamente, comece a acontecer entre os interessados.

    Além disso, o ProFinder conta com um sistema de prioridade nas buscas que privilegia freelancers ou empresas que estejam dentro do rol de conexões de um usuário, uma vez que ele coloca uma vaga ou a si mesmo à disposição. A ideia do LinkedIn, com isso, é trabalhar com uma versão virtual de um sistema de indicações, no qual proximidade e conexões em comum podem não apenas identificar uma afinidade com determinados projetos, mas também a possibilidade de conhecer melhor o perfil dos envolvidos.

    O projeto estava em testes desde 2015 e, somente agora, ficou disponível para todos os usuários nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de liberação para outras regiões, mas como a ideia do LinkedIn é incentivar o mercado de freelancers – que a empresa cita como uma parcela considerável de seus usuários –, é de se imaginar que a plataforma não deve demorar a chegar a mais locais.

    Referências:

    • http://corporate.canaltech.com.br/noticia/linkedin/linkedin-lanca-ferramenta-de-contratacao-de-freelancers-77907/
    • https://www.linkedin.com/profinder/blog/linkedin-profinder-expands-nationwide


  • Gestão de Projetos x Gestão de Pessoas (reprodução)

    20/07/2016

    Reprodução de um artigo que achei interessante e retrata uma realidade na minha área de atuação.

    Ao final faço um comentário.

     

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    Por Renato Lopes*

    Todo Gestor, seja ele de TI ou não, deveria fazer como segunda faculdade o curso de psicologia. Ou pelo menos fazer um ano de terapia antes de assumir essa função. Afinal, para entender o próximo é preciso entender a si mesmo. O resultado disso são ações muito mais estratégicas e com resultados surpreendentes. Explico.

    Imagine um Gestor de TI com um projeto em mãos, data limite para entrega e com uma mensagem subliminar enfatizando a importância do cumprimento dessa data e sem a mínima hipótese de adiamento. Projeto em mãos é hora de delegar as tarefas. E é nesse ponto que se pode definir o sucesso ou o fracasso de sua execução.

    Passar a tarefa certa para a pessoa certa é mais que um feeling, é um conhecimento amplo da equipe e específico de cada membro dela. O gestor, além das tarefas, deve prestar atenção na ação de cada colaborador no seu dia a dia, desde o modo de dar bom dia, ao comentário do corredor ou do cafezinho. São os pequenos detalhes que fazem com que o Gestor tenha conhecimento de cada um.

    Observe que, ao saudar sua equipe, há uma forma peculiar em todos eles: um olho no olho, uma batida de mão, uns tapinhas nas costas… Marque sua equipe por detalhes bons ou ruins: o mais comunicativo, o mais concentrado, o desligado, o hands on, o pesquisador ou qualquer outro detalhe.

    Feita essa observação, assimile todas elas e cruze com as tarefas que tem a desenvolver no seu projeto. Você verá que há uma grande probabilidade da tarefa ser bem sucedida e de forma mais prazerosa sendo passada a quem tem melhor habilidade para esta execução. Este cruzamento de informações servirá também para escolher o líder do projeto. Líder, esse, que deve variar a cada projeto (salvo se a equipe não tiver essa opção), pois a rotatividade e o ato de arriscar, de forma calculada, são válidos como experiência de resultados e motivação para a equipe.

    Antes de apresentar as tarefas e o líder, fale sobre o projeto de forma macro, o que e a quem vai beneficiar, quais departamentos o projeto apoiará, como é o cenário atual e como ficará. Apresente também a data de entrega desse projeto. Nessa hora, fique atento às reações diversas, tanto físicas quanto comentários. Preste atenção na reação de cada um da equipe. Pode ser que aquele que você escolheu como líder seja o primeiro a franzir a sobrancelha, cruzar os braços ou cochichar algo com o companheiro ao lado. E cabe a você correr o risco de mantê-lo na função ou utilizar uma segunda opção.

    Se possível, busque uma pessoa de outro departamento que irá ser beneficiário direto para participar do projeto. 

    O “pensar fora da caixa” muitas vezes auxilia quem está envolvido a “bits e bytes”.

    Divididas as tarefas em grupos de ações, defina as datas e peça um status semanal ao líder sobre o andamento das equipes. Em momentos distintos, converse informalmente com os outros participantes para cruzar informações e auxiliar subliminarmente. Acompanhe esporadicamente as reuniões como ouvinte para sentir a participação de todos e como o líder se comporta como mediador nas tarefas e discussões. Repare onde sentam os participantes e perceba que os aliados (ou os que estarão mais entrosados) sentarão lado a lado e geralmente o mediador senta na ponta. A ideia é que sua presença não iniba os participantes e que você possa colher o máximo de informação do projeto, bem como de todos os envolvidos.

    Ao falar sobre a apresentação do projeto, informe com antecedência o que deverá ser feito, incluindo como foi o processo e como ficou o produto final. A ideia da apresentação é tomar nota do envolvimento de cada um na execução, bem como o conhecimento do que foi desenvolvido.

    Após as apresentações, parabenize a todos e divulgue o resultado final. Não se esqueça de que o reconhecimento faz parte da melhora do ambiente de trabalho e propicia a sensação de dever cumprido!

    Enfim, quando o Gestor está apto a fazer determinadas análises sobre o grupo, o resultado de suas escolhas e feedbacks são muito mais enriquecedores e auxiliam na melhoria dos pontos fracos do colaborador. E essa escolha acertada vai ficando mais eficiente e fácil a cada projeto executado.

     

    *Renato Lopes é Gestor da área de TI e acredita que a humanização dessa área é a chave para conquistar equipes de alta performance e auto gerenciáveis. Palestrante e Professor Universitário, Renato busca compartilhar técnicas e soluções para formar times vencedores e entusiastas, buscando a qualidade de vida junto à satisfação do trabalho.

     

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    Meu comentário...

     

    Para quem não conhece leia sobre SCRUM, pois vários pontos abordados no artigo são diretamente ligados e mesmo resolvidos quando se aplica uma metodologia ágil no desenvolvimento e quando a equipe é auto-gerenciável, autônoma em diversos aspectos e cada membro está focado no objetivo temporal em comum que são as entregas, cumprir com cada sprint que foi acordada "olho-no-olho" algumas vezes com o próprio cliente e não um gerente/líder que tem que fazer o papel de testa de ferro.

    Referências: