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  • Root em um Motorola Atrix TV (XT682)

    15/06/2016

    Antes de mais nada, este artigo é sobre a minha experiência em "rootear" meu aparelho e foi testado na versão de 1 chip (sim card), que é o XT682, o Atrix TV de 2 chips é o XT687.

    Não me responsabilizo por perda da garantia ou pelo seu aparelho "brickar" no processo.

    Basicamente todos os tutoriais na internet estão certos e errados, isso porque quando não funcionam também não explicam o motivo do problema, apesar de algumas vezes nos comentários de cada artigo alguém dizer que fez algo que funcionou, mas quando tentei as diversas soluções para os diversos problemas estes não resolveram

    Alguns dos problemas que esbarrei:

    • mount failed: Operation not permitted.
    • failed to copy ABC to XYZ: Permission denied.
    • waiting for device...step #7 (esse é clássico!).
    • outros que não me lembro agora.

    Como comentários de soluções cheguei a ler até absurdos do tipo "sobrecarregue a memória que vai conseguir fazer funcionar", ou, "vai forçando a barra tentando executar várias vezes que uma hora vai conseguir".

    A configuração do meu aparelho:

    • Versão do Android: Gingerbread 2.3.7.
    • Versão do Kernel: Apps_2.6.38.6-perf.
    • Número da Versão: 1_51D_2013. (muito importante este número de versão)
      • (01/08/2013) Testado também com a versão 1_51D_2009.

      Foram testados os seguintes aplicativos/scripts:

      • DooMLoRD v4 (script bem nerd, mas justamente por isso é possível detectar via log problemas ao tentar "rootear").
      • SuperOneClick 2.3.3.
      • Motofail (versão mais recente até jan/2013, não achei o número).

      Na versão do meu aparelho não foi possível "rootear" diretamente por nenhum dos programas acima devido a algum tipo de limitação.

      Após muitas pesquisas, encontrei um artigo explicando que o "Número da Versão" implica em algumas coisas, uma delas é sobre alguma trava (não explicada) dependendo do número, então não adianta tentar nenhuma das ferramentas que citei acima sem antes fazer um outro procedimento.

      Nos links de referência que citei ao final você encontra o link das ferramentas para baixar, eu também resumi pois vi alguns passos desnecessários:

      1. Ativar a Depuração USB (Configurações | Aplicativos | Desenvolvimento).
      2. Ativar Permanecer Ativo (Configurações | Aplicativos | Desenvolvimento).
      3. Alterar tempo limite da tela para 10 minutos (Configurações | Tela | Tempo limite da tela).
      4. Conectar o celular via USB.
      5. Instalar o driver do próprio celular que fica disponível numa unidade CD-ROM após conectar na USB (sem montar o SD). Quando você conecta a primeira vez é instalado um driver, esse outra da unidade de CD-ROM que ele monta é o MotoHelper.
      6. Instalar o SUTLR, clique aqui para baixar. Neste pacote tem várias outras coisas, mas você só precisar do SUTLR. 
      7. Executar o SUTLR como Administrador, com ele aberto e seu telefone conectado escolha o arquivo FXX_PR3_NV.xml que está em uma das pastas que foram descompactadas no arquivo baixado no item 6 (lembrar de  mudar o tipo de arquivo a ser procurado para "XML"), depois clicar em Next e aguardar (pode demorar até 15 minutos), o aparelho vai reiniciar e depois voltar.
        • Neste ponto pode aparecer que o Windows está instalando alguns drivers.
      8. Baixar o SuperOneClick no site oficial, clique aqui para baixar
        • Atualmente a última versão é a 2.3.3.
      9. Executar o SuperOneClick como administrador e clicar em Root.
        • Neste passo pode ser que o programa pare o processo logo após o "Starting ADB...", se ocorrer tente reiniciar o computador para que a instalação dos drivers seja efetivada.
      10. Se tudo tiver ocorrido corretamente nos passos anteriores o passo 8 também será com sucesso.

      Notas finais:

      • A título de curiosidade, Root Shell é um modo de root temporário, até o próximo reboot no celular, então não é o nosso caso que é "rootear" definitivamente.
      • No SuperOneClick e nos outros softwares, como o Motofail, vem uma versão enxuta do ADB, então não é necessário nenhum procedimento a mais para baixar e instalar o mesmo.
      • Em nenhum momento foi preciso reiniciar o computador ou o celular, que não tenha acontecido por força do próprio programa.
      • Se não conseguir pelo SuperOneClick tente pelo DooMLoRD ou outro.

      Vale citar que eu fiz o processo em uma máquina virtual com Windows XP que instalei e segui os procedimentos acima, sem instalar nada mais, pois no meu Windows 8 Pro 64bits não foi possível instalar o SULTLR mesmo configurando modo de compatibilidade.

      Dúvidas sobre como "desrootear", não me pergunte, não pretendo nem testar o botão UnRoot do SuperOneClick, mas se o fizer me avise se conseguiu. :D

      Links de referência:

      1. How To Root Motorola Motoluxe 2.3.7 Gingerbread Firmware
      2. [Tutorial] Root Motorola Atrix Tv Xt682
      3. Root Motorola Atrix Tv XT682
      4. Shortfuse.org
      5. Oracle VM Virtualbox


    • 5 coisas em que os e-readers são melhores que os tablets

      15/06/2016

      5 coisas em que os e-readers são melhores que os tablets 

      Por - 21 dez, 2012 - 04:57

      Com a chegada dos tablets, os e-readers estão enfrentando algumas dificuldades. As vendas dos leitores digitais têm caído ano após ano. No entanto, ainda há muitos motivos para preferir um e-reader a um tablet. Aqui vão alguns.

      Eles são baratos

      Sim, claro, você pode encontrar tablets muito baratos por aí. Mas, se comprar, irá odiá-los, de tão ruins que são, e irá odiar a si mesmo por ter comprado um. Mesmo assim, para comprar um tablet razoável, você gastará em torno de R$700.

      Enquanto isso, um Kindle custa R$299. Já um Kobo sai por R$399. Bem mais barato, não?

      Eles são imersivos

      Ler um livro num tablet é como plantar bananeira no metrô: é possível, mas tem muita coisa atrapalhando. Vamos falar a verdade: por mais que você ame o que está lendo, você também adora checar seu e-mail. Notificações, tweets, mensagens, até mesmo o relógio; tudo isso faz dos tablets excelentes máquinas multitarefas e péssimos equipamentos para leitura.

      Claro, há browsers experimentais e joguinhos para dispositivos e-ink, mas os e-readers fazem apenas uma coisa bem. A única coisa que você vai gostar de fazer com ele é ler. O que é uma bênção.

      Eles são melhores para se olhar

      As telas de LCD dos tablets não danificam seus olhos, claro, mas fazem você esforçar mais a vista. As telas Retina tornaram os tablets mais suportáveis, mas ainda é doloroso passar muito tempo olhando para elas. Se você gosta de passar horas lendo, um iPad vai ser bem ruim.

      E-ink? Não é nada. Completamente neutro. Não cansa sua vista nem dá reflexo. É um alívio, dado o tempo que passamos olhando para computadores e smartphones.

      Eles são adaptáveis

      Ler num lugar ensolarado durante um dia agradável é ótimo. E é uma coisa que você consegue fazer melhor com um e-reader, já que o e-ink não reflete a luz do sol.

      E também nas situações em que você precisa de iluminação, um e-reader com luz própria é bem melhor que um tablet. Este último vai deixar seu quarto completamente iluminado, enquanto o primeiro tem um brilho bem mais contido. A pessoa com quem você divide o quarto agradece.

      Eles duram

      Tablets podem fazer várias coisas: apps, games, streaming de vídeo… mas, para isso, você precisa de duas coisas: desempenho e espaço. E, como tudo vai ficando cada vez mais sofisticado, você precisa de cada vez mais de seu aparelho. O primeiro iPad não tem nem três anos e já está quase obsoleto.

      E-readers? Eles têm espaço para mais livros do que você irá ler na sua vida. As telas já funcionam tão bem quanto você precisa. Novos modelos vão aparecer, claro, com algumas melhorias aqui e ali. Mas o e-reader comprado hoje estará perfeitamente bom para uso daqui a quatro anos. Não dá para falar isso de nenhum tablet.

      Não estamos dizendo que você deve deixar de comprar um tablet para comprar um e-reader. Mas não pense que, comprando um primeiro, você não precisa do último. E-readers são legais, baratos e não ficam ultrapassados.

      Origem: www.gizmodo.com.br/5-motivos-ereaders

       


    • Nossa TI e suas controvérsias

      15/06/2016

      Nossa TI e suas controvérsias

      De um lado, empregadores propagam a falta de profissionais capacitados e o velho clichê "sobram vagas"; de outro, uma mão de obra ávida por melhores remunerações, estabilidade e ascensão. 

      Bem-vindo ao polo de tecnologia pernambucano.

      Por Dulce Reis

      DO DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR 

      A falta de profissionais qualificados no setor de tecnologia da informação no estado é um assunto recorrente. Por conta do crescimento econômico nos últimos anos, o tema vem sendo debatido amplamente. Para suprir esta necessidade, grandes instituições têm apostado em projetos que valorizam a capacitação. É o caso, por exemplo, do Centro de Estudos Avançados do Recife (Cesar), que está investindo no Cesar Edu, unidade responsável pela promoção de cursos para a área. Já o Porto Digital desenvolve desde 2011 um programa de certificação. No entanto, segundo estudo divulgado em 2011 pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), entre os oito estados pesquisados, Pernambuco está entre os três que terão profissionais disponíveis em quantidade adequada em 2014. Mas pouco se sabe como é a situação de quem já entrou no mercado.

      Para conhecer melhor o trabalho do profissional de TI no estado, o Canal Tecnologia conversou com 12 profissionais. São pessoas que estão ou já passaram por várias empresas na área. Eles já trabalharam para empresas embarcadas no Porto Digital ou no Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep) e até mesmo em projetos para multinacionais desenvolvidos pelo Cesar. Alguns ainda estão no Recife, para ficar mais perto da família. Outros preferiram deixar o estado ou o país em busca de melhores condições ou maiores salários.

      Apesar desta busca por profissionais, trabalhadores do setor relataram seus descontentamentos. Claro que existem pessoas satisfeitas, mas outras nem tanto. A maioria dos relatos é sobre a falta de valorização dos profissionais, que vai desde salários defasados, não pagamento de horas extras e a desconsideração pela vida acadêmica do contratado.

      Um dos profissionais entrevistados, que prefere não ser identificado, até concorda com a falta de qualificação. Para isso, ele tem uma justificativa: "O motivo é simples. Os melhores profissionais são fisgados por empresas de fora do estado e qualquer lugar no Brasil é melhor que o Recife atualmente", conta o designer.

      No entanto, um outro profissional é enfático: "Não faltam funcionários capacitados", diz um cientista da computação que também prefere não ser identificado. "O que falta é funcionário qualificado que queira receber o salário proposto. Você não consegue melhores salários porque existe uma tabela informal. Muitos seguem o padrão da bolsa Softex/Cesar. Algo que gira, para um desenvolvedor junior, entre R$ 1,8 mil e R$ 2,2 mil", desabafa. Isto quando a média mensal dos salários de TI no Brasil é de R$ 2.950, de acordo com o estudo da Brasscom.

       O cientista da computação ainda reforça a sua convicção. "A conversa de que faltam profissionais é facilmente detonada se você levantar o quanto se recebe. Se faltassem trabalhadores, se pagaria aqui o salário pago em São Paulo. Lei básica da oferta e procura", explica. Para se ter uma ideia, de acordo com o estudo da Brasscom, o salário inicial de um analista de desenvolvimento de sistemas, por exemplo, é de R$ 3.980 no Distrito Federal, R$ 3.415 no Rio de Janeiro e R$ 2.950 em São Paulo. Segundo pesquisa divulgada pelo Porto Digital em 2010, o salário médio dos profissionais contratados pelas embarcadas é de R$ 2.606,22.

       Este mesmo cientista da computação também relata problemas como excesso de carga horária. "Horas extras não são pagas e ainda há intromissão no curso acadêmico. Perdi varias cadeiras por trabalhar além da carga horária, inclusive quando era estagiário. Hoje, no Recife, empresas falam: se precisa fazer hora extra, a gente paga. E tem pizza", relata.

      Origem: http://hotsites.diariodepernambuco.com.br/2012/nossa_ti/


      Comentário:

      Apesar de o artigo não estar relacionado ao meu estado, Espírito Santo, é totalmente aplicável aqui também.


    • Compra no Deal Extreme - Correios = Atraso na entrega = Não localizado no fluxo postal

      15/06/2016

      INTRODUÇÃO

      Esta é apenas uma "avaliação" sobre como foi minha saga com uma compra na Deal Extreme e nosso monopolizante sistema de encomendas/entregas chamado Correios.

      Fiz uma compra no Deal Extreme, a primeira, meio que para fazer um teste já foi coisa pequena e barata, e também aproveitar o frete gratuito, queria comprar umas bugigangas a 1/3 - ou mais - do valor encontrado localmente.

      Tudo foi bem tranquilo e rápido.

      LINHA DO TEMPO

      Comprei no dia 5 de dezembro de 2014 e no dia 10 já haviam despachado.

      Despacho oficial para o Brasil: 10 de dezembro às 23 horas com o número do rastreamento dos Correios, que só entra no sistema alguns dias depois, vai entender porque, visto que de fora para dentro do Brasil é mais rápido que quando a encomenda chega no país e fica passeando por cidades e estados.

      Agora resumindo a situação quando o rastreamento ficou ativo:

      • Dia 19/12 entrou no sistema dos Correios.
      • Dia 26/12 chegou ao Brasil.
      • Dia 9 de janeiro de 2015 - parou em uma unidade-de-sei-lá-o-que em Curitiba/PR e morreu aí, informado como "Atraso na entrega".

      Essa unidade-de-sei-lá-o-que em Curitiba parece que tem história, ao pesquisar no Google a gente encontra um monte publicações falando que lá é o lugar onde as coisas são afanadas ou realmente se perdem, ou considerando o positivismo, são mais encomendas do que o pessoal de lá consegue tratar no prazo.

      Pelo o que parece é um local centralizador do fluxo postal internacional, mas sinceramente, se passou no trâmite em São Paulo porque ir para outro local, avaliar mais o que? E ainda, ir para outro estado, sair do sudeste e ir para o sul, é muito desperdício de tempo e recurso.

      Bem, de qualquer maneira, chegou!

      Mas até que ponto foi seguindo o processo normal como deveria?

      COÇANDO A PULGA ATRÁS DA ORELHA

      Para quem não sabe existe o link antigo do rastreamento dos Correios (imagem abaixo).

      Por esse link de rastreamento antigo as informações sobre ele são mais completas, e no caso a simples mensagem Atraso na entrega vira Não localizado no fluxo postal, mais sugestiva e "traumatizante", pois indica que sumiu do "radar" deles. Para aumentar o nível de preocupação ainda colocam um aviso para entrar em contato com eles.

      Pelo rastreamento normal no site dos Correios a informação sobre a encomenda é apenas de atraso, mas percebi algo que indica um problema maior do que isso quando tentei cadastrar o celular para recebimento de SMS, não lembro mais qual é a mensagem de aviso, mas é algo do tipo "você chegou ao fim do fluxo", mas oras, se é apenas um atraso não posso cadastrar meu celular para receber um aviso quando sair desse ponto?

      Dica: após cerca de um mês e meio parado lá em Curitiba eu abri um protocolo de reclamação nos Correios (façam isso também, mas por telefone!), depois de cerca de duas semanas vi que não houve mudança e liguei, acertei o e-mail do protocolo que tinha aberto que estava errado visto que o formulário deles induz ao erro de preencher os dados de quem enviou - então após isso recebi uns dois e-mails, mas não sobre mudança no trâmite, apenas informativos.

      Quando abri o protocolo via internet também já tinha aberto uma reclamação com a Deal Extreme, pois já havia estourado o prazo dado por eles.

      NOVO MÉTODO DE ENTREGA DOS CORREIOS: TELE-TRANSPORTE

      Na hora do almoço do dia do recebimento eu havia rastreado pelo site dos Correios e a situação ainda era a mesma, atraso desde 9/1, então à noite o porteiro do prédio onde moro me interfona dizendo que havia uma encomenda para mim.

      Fui olhar no site dos Correios e magicamente o rastreamento mudou de 9/1 "atraso" para o dia que recebi "Saiu para entrega" (ver imagem anterior), não houve nenhum trâmite, não saiu lá de Curitiba para algum outro centro de distribuição, nem para o meu estado, que passa para um central e outro local num bairro vizinho.

      Bem, imagino que o pacote foi tele-transportado para dentro da Van dos Correios no dia da entrega direto de Curitiba, só pode.

      Referência:


    • Agile Framework: A Kickstart To Scrum

      14/06/2016

      Paste from: http://www.c-sharpcorner.com/article/agile-framework-a-kickstart-to-scrum/ (Priyaranjan K S)

      Scrum is the implementation of the Agile Framework that helps us to implement complex projects. Scrum is not only limited to the software development lifecycle, but can also be used for any complex time-scoped works. Scrum is already 20+ years old. It was first presented by Ken Schwaber and Jeff Sutherland at the OOPSLA conference, held in 1995. They presented their learning which they had gained over the few years of implementation of the agile framework in projectssuch as Scrum.

      image
      Image Source - Setandbma

      As per the official Scrum Guide, maintained by Ken Schwaber and Jeff Sutherland, Scrum can be defined as

      "A framework within which people can address complex adaptive problems, while productively and creatively delivering products of the highest possible value."

      Scrum is:

      • Lightweight
      • Simple to understand
      • Difficult to master

      Pillars of Scrum

      The base of Scrum is Empiricism, which states that knowledge comes from experience and we should make decisions from what is known. There are the three pillars that hold Scrum together.

      • Transparency

        It implies that a consensus on the definition of Done is reached by those who work on the deliverable and those who accept the deliverable. In addition to it, the process and progress should be visible to the people involved in Scrum.

      • Inspection

        People who are involved in Scrum should frequently visit Scrum artifacts in order to make sure that they are on their path to the Sprint Goal. The inspection interval should neither be too short so that it gets in the way of the work, nor too large so that the variations are determined very late in the life cycle.

      • Adaptation

        Once the inspection finds any deviation from the definition of Done or user acceptance causes the deliverable to be unacceptable, the development tasks or process should be adjusted towards Sprint Goal.

        scrum
        Image Source - Scrumup.com

      Scrum in a picture

      The Scrum team roles, events and artifacts, which form the building block of Scrum can be summed up as:

      Scrum
      Image Source - Jordanjob

      Let’s have a dive into each of them.

      Scrum Team

      Scrum team consists of the product owner, Scrum master and the development team. The Scrum team as a whole is responsible for delivering incremental versions of a shippable product at the end of each sprint. A definition of Done is agreed upon at the beginning of the sprint. Throughout the sprint, the Scrum team inspects and adapts to the changes so that a MVP (Minimum Viable Product) is available at the end of the sprint.

      Scrum
      Image Source - Create-hub

      • Product Owner

        Product owner is always a single person. S/he is responsible to maximize the product value. In order to do this, the product owner coordinates with the Scrum team and the development team. Product owner is solely responsible to maintain the product backlog, which is a collection of user stories, that will be taken up for an implementation in the Sprint. Product owner coordinates with the Scrum master to identify the top priority items, that would result in an MVP. Product owner works with the development team to ensure that the Product backlog items are understood to the finest level.

      • Scrum Master

        Scrum Master is basically the master of Scrum. He ensures that Scrum is understood and enacted in the project development. He is responsible to identify what kind of external interactions are required with the development team, and which will benefit their work and which won’t. He also ensures that daily stand up meetings and other Scrum events are facilitated as required. In case any impediments are hampering the progress of the development team, he makes sure that they are resolved in a timely manner.

      • Development Team

        They are considered to be a cross functional and self-organizing unit, which will adapt to the changes without any external help. Development team is responsible for the creation of the increment at the end of the sprint, which will be in accordance with the definition of Done.

      Scrum Artifacts

      Scrum artifacts represent the work that has been/has to be done. They provide a transparent view of what has been done and what is required to be done. Scrum artifacts provide an opportunity to the team to inspect and adapt.

      Scrum
      Image Source - Coryfoy

      • Product Backlog

        It contains a prioritized list of the functionalities/implementations/bugs/features that will be required in the product. It serves as the primary go to document for any task that has to be taken up for sprint planning. Product owner is solely responsible to maintain the product backlog. However, he/she can take the help of Scrum master, to order the items as per priority, so that a MVP (Minimum Viable Product) is produced at the end of each sprint. A product back log is never complete. It exists as long as the product exists and evolves with the product, that results in its refinement. As per the feedback session at the end of the sprint, new tasks can be added to the product backlog.

      • Sprint Backlog

        It represents the subset of items in the product backlog, selected for the implementation in a particular sprint. Creation of the sprint back log happens during the sprint planning session. The development team refines the stories in the sprint backlog to the finest level so that even a slight deviation can be understood during the daily Scrum meeting. The development team is responsible to maintain the Sprint Backlog. By looking at the Sprint Backlog, the Scrum master will be able to identify what has been done so far in the sprint and what remains to be completed in the sprint; thereby helping in tracking sprint progress.

      • Product Increment

        It is a working subset of the actual product that evolves at the end of the sprint. It should match the definition of Done, agreed upon by the Scrum Team during the sprint planning session; which happens prior to the beginning of the sprint. It should be in a shippable state and the decision to either release it or not is taken by the product owner.

      • Burn down Charts

        They are used to track the sprint, where the work left to do is plotted against time. Work left is plotted against the vertical axis and time along the horizontal axis. By creating the burn down chart, the Scrum master gets an idea when all the work will be done.

        sprint
        Image Source - Scrum-Institute

      Scrum Events

      Scrum events are facilitated by the Scrum master so as to provide an opportunity for inspection and adaptation. Five time boxed events are formally defined by Scrum. Each event has a maximum limit and has to be adhered to.

      Scrum Events
      Image Source - ScrumBasics

        • Sprint

          It forms the corner stone of Scrum. Scrum is split into sprints, which is usually time boxed to one month or less, during which a potential shippable product will be created. Once a sprint is completed, the next will start the very next day. Sprint consists of sprint planning, daily Scrum, work done by development team, sprint review and sprint retrospective. 

        • Sprint Planning

        • What has to be done in a sprint is defined in the sprint planning. Sprint Planning is also a time boxed event; limited to 8 hours for a one month sprint. If the sprint is shortened, the planning session will be shortened accordingly. Sprint Planning usually takes place in two sessions.



        • Session 1

          What can be done in this Sprint? The product owner discusses the priority items from the product backlog; that has to be part of the sprint. The development team is based on its current capacity and the past performance forecasts; what it can achieve from the items selected by the product owner.

        • Session 2

          How to achieve the task? The development team now crafts a high level plan on how to achieve the tasks, by refining the product back log items into fine tasks. The product backlog items, along with the refined tasks, will make up the sprint backlog, which is the main output of the sprint planning.
            
      • Daily Scrum

        Daily Scrum is a 15 minute time boxed event, that helps the Scrum team to synchronize the activities and plan for the next 24 hours. Scrum master facilitates the daily meeting and ensures that it falls within the 15 minute time box. The main discussion would be,

        • What did I do yesterday?
        • What will I do today?
        • Do I have any impediments that hamper the progress towards the sprint goal?

        The scrum master is responsible for detecting any sprint goal variations by closely watching the daily status meetings and sprint backlogs. He also has to ensure that the impediments are solved in a timely manner. 

      • Sprint Review

        It is held at the end of the sprint to inspect the increments and check whether it has met the definition of Done, as agreed upon by the Scrum team. Scrum team can demo the work done during the sprint to the stake holders and based on the feedback, the product backlog can be updated to implement the feedback in an upcoming sprint, based on its priority. It is usually a 4 hour time boxed event for a one month sprint. 

      • Sprint Retrospective

        It is an internal meeting, where the Scrum team inspects itself and analyses its past sprint performance. The Scrum team then identifies improvement areas; which will help them to adapt in the coming sprint. Some of the major discussion points relate to the process adherence, people relations and external interactions. This is ideally a three hour time boxed event for a one month sprint.

      Scrum Lifecycle

      Lifecycle
      Image Source - Scrum Alliance

      • Product backlog is created with the high level user stories that need to be implemented in the sprints.

      • Sprint planning takes place by taking a subset of the user stories from the product backlog, resulting in the sprint backlog.

      • Once the sprint backlog is ready, the sprint runs for 2-4 weeks and depends on the agreed duration.

      • Throughout the sprint, daily Scrum happens for 15 minute every day to make sure that everything is transparent and impediments are not present.

      • Once the sprint is completed; a shippable product increment is evolved.

      • Sprint review is held to demo the increment to the stake holders and is based on the feedback, the product backlog is updated.

      • Sprint retrospective is held to identify the improvements within the Scrum team that will help to adapt and enhance productivity.

      Thus, we have seen the basic building blocks of Scrum and how they are used to implement a project.


    • Novo Site

      13/06/2016

      Aguardem novidades no site.

      Totalmente remodelado e mais informativo.